Na região Amazônica podemos encontrar vários indícios de culturas expressivas da Pré-históricas brasileira. Desde o período Pré-ceramista, por volta de 12 mil anos atrás, há sinais de ocupação da Bacia Amazônica por populações de caçadores, pescadores e coletores. As culturas mais marcantes dessa região são a marajoara e a tapajônica encontradas no Estado Pará, associadas a duas tradições diferentes.
A cultura tapajônica está associada à tradição inciso-ponteada, da qual a cerâmica tapajônica é apenas a representante mais destacada encontrada na região do baixo Amazonas, Santarém Pará. ela composta de vasos com figuras humanas e de animais bem modeladas e bastante estilizadas, dos quais os vasos de cariátides ( com suportes em forma de figura humana ou animal ) e os de gargalo.
Hoje em Belém do Pará, temos Icoaraci, chamada de vila Sorriso importante pólo de Artesanato em cerâmica Marajoara e Tapajônica. Icoaraci é um distrito de Belém, capital do estado do Pará, distante aproximadamente 20km do centro, possui cerca de 300 mil habitantes. Localiza-se na confluência do Rio Pará com o Rio Maguari.
Mas Icoaraci se destaca mesmo como importante pólo de Artesanato em cerâmica, instalado precisamente no bairro do Paracuri onde se produz réplicas de vasos típicos de antigas nações indígenas principalmente Marajoara e Tapajônica a partir de peças catalogadas pelo Museu Emílio Goeld. O que garante ao lugar imensurável importância, sobretudo Cultural mais até do que econômica, não só para Belém ou para o Pará, mas para a região amazônica, já que também é lar de diversos Grupos Folclóricos de danças típicas (Asa-Branca, Vaiangá, Balé Folclórico da Amazônia,GECAM(Grupo de Expressões Culturais Art Marajoara) de músicos (Verequete, Nazaré Pereira) e do poeta Antônio Tavernard, que lá viveram, entre outros expoentes da arte amazônica que ainda lá vivem como Mestre Cardoso (ceramista), professora Etelvina (dança folclórica) ambos pioneiros na arte em que atuam.
O turismo também tem resposta na " Vila Sorriso", com a exposição da cerâmica indígena na Praça São Sebastião, bem na orla banhada pela Baia de Guajará, onde o visitante é bem servido por um pólo gastronômico composto da típica culinária (tacacá, maniçoba, pato-no-tucupi) com destaque para a caldeirada com frutos dos rios amazônicos, seja nos restaurantes, nos quiosques que circundam a Praia do Cruzeiro ou uma simples água de côco no Pontão ao se apreciar o belo pôr do sol, sugestionado pelo próprio nome tupi Ico-araci (onde o sol repousa) nesse recanto que é uma maravilha em segredo dos paraenses.
O turismo também tem resposta na " Vila Sorriso", com a exposição da cerâmica indígena na Praça São Sebastião, bem na orla banhada pela Baia de Guajará, onde o visitante é bem servido por um pólo gastronômico composto da típica culinária (tacacá, maniçoba, pato-no-tucupi) com destaque para a caldeirada com frutos dos rios amazônicos, seja nos restaurantes, nos quiosques que circundam a Praia do Cruzeiro ou uma simples água de côco no Pontão ao se apreciar o belo pôr do sol, sugestionado pelo próprio nome tupi Ico-araci (onde o sol repousa) nesse recanto que é uma maravilha em segredo dos paraenses.
muito bom indico muito esse texto apesar de se enorme
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